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Published on dezembro 13th, 2011 | by Rafael Eugean

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NAS RODOVIAS : OBEDIÊNCIA VOLUNTÁRIA

Triste estatística

Conforme estatísticas do Detran/Pr, em 2009, das 1.698 vítimas fatais, 1.342 e dos 59.415 feridos, 18.367 foram nas rodovias federais e estaduais que cortam o Estado. Pois bem: índice de mortalidade em torno de 70% e índice de feridos de aproximadamente 31% nas rodovias, o que nos leva a afirmar que efetivamente as rodovias são os locais das grandes tragédias fatais.

de fazer qualquer explanação pergunto: você sabia ou você já pensou ou analisou estes números? Em muitos casos trata-se de pessoas saudáveis que pegaram as rodovias para relaxar, “sair da rotina” visitar parentes e amigos ou comemorar uma data festiva, isto é, com a finalidade de viver momentos de satisfação e de prazer. Aproximamo-nos das datas festivas de Natal e Ano Novo. Nas rodovias os veículos não são de uma cidade ou de um Estado, todos pertencem ao mesmo universo da rodovia X ou Y. Várias formas de pensar e de se comportar, pessoas que conhecem e outras que não conhecem a rodovia e seus pontos críticos. Existem aqueles que passam a noite em claro e em seguida vão viajar. Não é fácil exercer a fiscalização nos trechos rodoviários. Nem sempre a sinalização é adequada.

Nem sempre o pavimento ou o acostamento são bons. As pessoas que viajam estão à mercê dos veículos e muitos deles não estão em condições de segurança adequadas. Nem sempre aquele que tem o poder das decisões está no melhor dos seus dias e infelizmente por pouco ou quase nada pode alterar seu comportamento tornando-se agressivo, irresponsável e imprudente. O condutor pode ficar cansado e se estressado ou tenso, o cansaço chega mais rápido e o pior é que muitos não admitem que seja necessário parar um pouco.
Da fadiga ao sono não há demora e nesta situação começa a ficar deficiente a atenção, a concentração, e a previsão. Do excesso de confiança para a falha a coisa pode acontecer em questão de segundos, principalmente em situações de velocidade excessiva e das ultrapassagens arriscadas. A chuva misturada com o óleo na pista ou com a fuligem dos escapamentos torna o pavimento um sabão e pior se os pneus estiverem carecas. Da freada uma deslizada, da deslizada uma derrapada e da derrapada um tombamento num despenhadeiro. É mole! No caso de hidroplanagem o que fazer? Pisar no freio ou tentar controlar o veículo no braço.

O que fazer quando se deparar com situações de risco?

Os especialistas dizem que a pior alternativa seria pisar no freio, sendo que o correto é aliviar o acelerador. Não permita que a lentidão ou o congestionamento lhe atormente. Há ainda o caso das queimadas, dos andarilhos e dos animais que podem invadir a pista e pior ainda se isto ocorrer de forma imprevisível. Há sempre aqueles apressadinhos que forçam a passagem. Deixe-os passar e vão com Deus. Se ficar com fome, pare para fazer uma alimentação leve. Bebida alcoólica: nem pensar. Observe o acostamento e se ele permite ser uma via de fuga para evitar um choque frontal, quando de uma ultrapassagem irregular de outro condutor em sentido contrário. Se o acostamento for ruim ou mesmo não houver, diminua a velocidade em locais de visibilidade deficiente. Em viagens noturnas, atenção e previsão reforçada.
Temos que destacar outra situação: a falha do terceiro. Assim sendo, prepare-se para evitar o acidente. Mesmo que a falha não tenha sido sua, os impactos que acontecem no trânsito rodoviário sempre resultam em acidentes de grande monta e o pior é a grande monta em danos físicos.

Onde estão os riscos?

Nas rodovias sempre existem riscos. Ao adotar a postura da obediência voluntária é possível prever e administrar os riscos de forma que eles não se transformem em tragédias que causam danos aos imprudentes e irresponsáveis, mas também pode sobrar para os responsáveis e prudentes. Por isso, obediência voluntária, atenção seletiva e previsão. Se for possível prever, dificilmente você será envolvido num acidente. Afastem-se dos condutores irresponsáveis, pois não há nenhum ganho enfrentá-los. Não faça da rodovia uma arena de gladiadores. Não lute contra o trânsito. Ao ler este artigo até parece que estamos tentando induzir a não viajar. Em absoluto. Viajar faz parte das necessidades e dos desejos de milhões de pessoas. Assim sendo digo-lhes: viajem, no entanto, sem fazer desta, a última viagem. Assim sendo digo-lhes: viajem, mas que no próximo ano possam viajar novamente e comemorar mais um Natal e Ano Novo.
Palestras e trabalhos educativos Fone 9163 46 47 email: hunzicker.luizeduardo32@gmail.com

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Sobre o autor

Profissional de Tecnologia de Informação Formação em Analise e Desenvolvimento de Sistemas Proprietário de MEI - Ramo: Informática e Prestação de Serviços Sócio Cofundador Portal Negócios e Veículos Editor de Publicações Portal Negocios e Veiculos Consultor de Tendências e Ferramentas de Marketing Digital Perfil Empreendedor



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